Kinross

Nossa história

O ciclo do ouro e o desenvolvimento das cidades

No século XVII, os bandeirantes portugueses partiram para o interior do Brasil em busca de pedras e metais preciosos. Ao final do século, desbravaram as primeiras minas de ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Esse movimento fez surgir várias cidades nas regiões onde o metal foi encontrado. Os locais desenvolveram-se rapidamente, com a construção de igrejas, escolas, teatros e órgãos públicos. Ao mesmo tempo, surgiram novas profissões e atividades comerciais e sociais. As cidades mineiras do ciclo do ouro mais conhecidas são Ouro Preto, Mariana, Diamantina, Tiradentes e São João Del Rei. Mas Paracatu também faz parte dessa história.

Paracatu

No século XVIII, a descoberta de ouro pelos bandeirantes, num pequeno povoado de religiosos no noroeste de Minas Gerais mudou a história daquele lugar. O ouro foi encontrado nas águas batizadas de córrego Rico, e em 1798 o arraial foi elevado à condição de vila, com o nome de Vila de Paracatu (palavra de origem tupi que significa “rio bom”) do Príncipe. Depois, em 1849 tornou-se cidade.

Com a queda na produção do ouro encontrado nas margens dos cursos d´água em Minas Gerais, em meados do século XVIII, as riquezas da região começaram a diminuir e foi preciso buscar outras fontes de renda. No século XIX, a pecuária desempenhou um papel fundamental na retomada do crescimento local. Posteriormente, em meados do século XX, a construção da nova capital federal, Brasília, a 240 km de Paracatu, também estimulou o desenvolvimento da região.

Em 1987, o início das operações da Mina Morro do Ouro impulsionou a produção mineral de forma industrial na região e a atividade voltou a ocupar lugar de destaque na economia do município.

Em 2005 a Kinross Gold Corporation assumiu o controle das operações da Mina, antes feito pela Rio Paracatu Mineração.